UM
CANTO DE PAZ
Suavemente
eu me recosto.
Num
tosco banco de praça eu me encosto.
Fecho
os olhos e ouço a água do chafariz.
O
canto do bem-te-vi.
E
passos.
Alguém
se afasta.
O
pé arrasta.
Eu
aspiro fundo e o perfume das camélias vem me embriagar.
Que
lugar!
De
olhos fechados continuo a pensar.
Até
meus pensamentos são leves.
Não
quero o encanto desta tarde morna quebrar.
É
um canto de paz.
Um
lugar onde posso descansar.
Onde
posso deixar minha alma sossegar.
sonia delsin
sonia delsin

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