ANJO
CAÍDO
As
asas totalmente destruídas.
As
penas soltas ao vento.
Miseravelmente
numa calçada o vejo.
Onde,
em que canto do mundo foi parar?
Eu
me pergunto.
Em
que canto o anjo foi parar?
É
um farrapo.
Dá
uma vontade de chorar.
Pelo
anjo que se foi...
Pela
minha ilusão.
Pela
desilusão.
Aí,
está doendo meu coração.
Anjo
caído.
Totalmente
destruído.
E
os sonhos todos voam junto com as penas...
Foram
só sonhos soltos...
Fantasias.
Sonhos
daqueles dias...
Se
eu fechar os olhos não o vejo.
Mas
eles permanecem abertos.
Querem
guardar os destroços dos sonhos.
Querem
imortalizar esta imagem... do anjo caído.
sonia delsin

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