POEMA
PROIBIDO
Como
falar deste amor tão leve?
Desta
felicidade breve...
Como
alguém pode conter a força da natureza?
Ignorar
a beleza...
Dá
uma tristeza.
Se
eu tivesse uma varinha de condão eu a direcionava para o teu coração.
Eu
o faria bater acelerado.
Te
daria a força e coragem de um soldado.
Mas
tuas guerras te pertencem, meu amado.
Não
se proíbe um poema de nascer.
Um
amor de crescer.
Um
sonho de nos fazer renascer.
Com
este amor no meu peito eu vou viver até o meu momento de morrer.
Então
eu o levarei comigo pra onde for e lá continuará a viver este amor.
Porque
a eternidade entende de um amor de verdade.
Não
posso deixar de contar o que meu peito vive a guardar.
Amo-te
além deste tempo de hoje. De ontem... e de amanhã.
Amo-te
de todo o sempre.
E
os poemas nascem por ti.
Por
mim.
Por
nós.
Que
nos encontramos.
Desencontramos.
E
nos amamos.
Suspensos
entre duas eternidades estamos.
sonia delsin

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