sexta-feira, 5 de abril de 2013




POEMA PROIBIDO

Como falar deste amor tão leve?
Desta felicidade breve...
Como alguém pode conter a força da natureza?
Ignorar a beleza...
Dá uma tristeza.
Se eu tivesse uma varinha de condão eu a direcionava para o teu coração.
Eu o faria bater acelerado.
Te daria a força e coragem de um soldado.
Mas tuas guerras te pertencem, meu amado.
Não se proíbe um poema de nascer.
Um amor de crescer.
Um sonho de nos fazer renascer.

Com este amor no meu peito eu vou viver até o meu momento de morrer.
Então eu o levarei comigo pra onde for e lá continuará a viver este amor.
Porque a eternidade entende de um amor de verdade.

Não posso deixar de contar o que meu peito vive a guardar.
Amo-te além deste tempo de hoje. De ontem... e de amanhã.
Amo-te de todo o sempre.
E os poemas nascem por ti.
Por mim.
Por nós.
Que nos encontramos.
Desencontramos.
E nos amamos.
Suspensos entre duas eternidades estamos.

sonia delsin 

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